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      ANA MALTA - Casa Dourada, Rua de Ouro

      BIO
      Ana Malta (Lisboa, 1996), artista visual, vive e trabalha em Lisboa.
      Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e tirou um mestrado em Gestão de Indústrias Criativas pela UCP-Porto. Trabalhou durante três anos como assistente no departamento de produção, comunicação e promoção do Centro Cultural Carpintarias de São Lázaro e da Galeria Belo-Galsterer.
      A sua obra é desenvolvida através do estudo da cor, de padrões, da composição e de materiais riscadores, veículos do seu inconsciente plástico e visual. Um trabalho onde a inquietação procura a estética e onde o diálogo tem como base a transformação do “erro” em oportunidade.
      A artista faz parte do coletivo artístico VÊS.TRÊS, foi uma das 10 finalistas do "Prémio A Arte Chegou ao Colombo" em 2021 e foi vencedora do "Prémio José Mendonça - Artes Visuais | Betar" em 2023. A artista conta com uma residência na Guarda em 2023 e outra prevista em Nova Iorque 2024. Participou, também, em 2023, na feira de arte contemporânea Estampa Madrid, representada pela Maria Porto Gallery e vai representada pela Galeria São Mamede à ArtMadrid 2024.
      Conta com exposições na Galeria São Mamede, Museu Colecção Berardo, Museu Municipal de Espinho, Centro Multimeios de Espinho, Casa do Montado, Passevite, Casa da Cultura de Paredes, Faculdade de Belas-Artes UL, Galeria LiR, LisbonWeek, LxLapa, Oficinas de Aljustrel, Atmosfera m, Egeu, Espaço Mercês, mostras de arte nas Carpintarias de São Lázaro e IFEMA Madrid, entre outros.

      CASA DOURADA,  RUA DE OURO
      Um mundo onde saltamos à corda, a imaginação voa como um diablo e o espírito de brincadeira recria-se. A mais recente exposição de pintura contemporânea — intitulada "Casa Dourada, rua de Ouro" de Ana Malta — convida os visitantes a saírem das suas zonas de conforto e procurarem a espontaneidade da criatividade desinibida.

      Numa sociedade frequentemente condicionada pela rotina e pelas exigências da idade adulta, esta exposição serve como uma nota pessoal sobre a importância de apreciarmos a nossa inocência. Esta selecção de obras reflecte uma viagem pelo cenário urbano até ao mundo encantado do Eldorado. A artista entrelaça por entre a vida social, esta ideia de um lugar de ouro, rico, vivo e colorido, que nunca ninguém encontrou mas que existe nas suas memórias de infância e se manifesta nesta sinfonia visual.

      Ana afasta-se do retratar da realidade doméstica - o interior da nossa “Casa Dourada” - para uma interpretação citadina onde encontramos um novo valor - o retratar da “Rua de Ouro”, um lugar que existe fora do que nos é cómodo, um lugar onde fazemos o que queremos acontecer.

      Convidando os espectadores a abandonar o monocromatismo da vida quotidiana, as obras incentivam-nos a reacender a curiosidade, promovendo um ambiente onde a simplicidade floresce.